Notícia

O Brincar e a era do consumismo

Dicas de saúde

   11 de outubro de 2016

foto públicaNo dia das crianças, não poderíamos deixar de pensar como está o brincar e os brinquedos na atualidade. Hoje percebe-se que a família precisa lidar com inúmeras mudanças, como a rotina frenética, a invasão tecnológica, de
ntre outras questões contemporâneas que tornam o “ter” superior ao “ser”. Vivemos em uma era do consumismo, em que alguns valores estão se perdendo: a melhor casa, o melhor carro, o melhor telefone, assim como o melhor e os mais caros brinquedos infantis… ao invés de momentos juntos.

 

Mesmo com inúmeras ofertas que o dinheiro pode comprar, o essencial continua sendo gratuito

Para poderem proporcionar “o melhor” para seus filhos, frequentemente os pais passam muito tempo trabalhando, tornando a sua rotina exaustiva e isso acaba interferindo no tempo livre com as crianças. Quando os pais chegam em casa depois de um dia cheio de trabalho, muitas vezes exaustos, sem energia e paciência para dar atenção e brincar com seus filhos, os aparelhos eletrônicos acabam sendo muitas vezes seus companheiros e brinquedos.

Diante de tantas demandas de consumo, muitas vezes, as pessoas encontram-se sem direção, pois não sabem mais o que é essencial para as relações familiares. Mesmo com inúmeras ofertas que o dinheiro pode comprar, o essencial continua sendo gratuito. O afeto precisa ser o ingrediente fundamental para as relações, visto que nada substitui o olhar, a atenção e o cuidado para com o outro. Portanto, é necessário resgatar e lapidar o amor, o qual não está nas prateleiras, mas dentro de cada um de nós.

foto pública

O que faz pensar que a felicidade na infância perpassa muito mais do que só brinquedos, mas momentos que envolvem espaços felizes para as crianças se sentirem amadas e conectadas com os seus cuidadores

Na Terapia do Esquema, o autor Jeffrey Young aponta como necessário e fundamental ser bem desenvolvido na infância o lado “criança feliz”, originado durante o desenvolvimento infantil pelos pais ou cuidadores, com doses de cuidados, atenção, troca afetiva, além de limites realistas. Quanto maiores forem os cuidados amorosos dos pais e o enriquecimento afetivo do ambiente para a criança, melhores serão as habilidades de conexão e autocuidado do individuo ao enfrentar estresses na vida adulta. O que faz pensar que a felicidade na infância perpassa muito mais do que só brinquedos caros e da moda, mas momentos que envolvem
espaços felizes para as crianças se sentirem amadas e conectadas com os seus cuidadores.

Mostre as brincadeiras de sua infância para os seus filhos e traga a sua própria criança para brincar com eles, quem sabe esse seja o maior presente !!!

Feliz dia das crianças!!!

Mariana Squefi
Psicóloga cognitivo-comportamental do Espaço Vitale
Mestre em psicologia clínica

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